M G F a m i l i a r . n e t  ® 

Leite Materno

Folheto vigilância Hipertensão

Próstata

Psicologia

 
 

Início       Ferramentas       PDAs       MBE       Educação Saúde       Revistas Médicas       Livros       Grupos       Instituições       Pesquisa       Público                              

Facebook

 

 

Publicidade

 

Da janela do consultório de um médico de família

27/04/2008

Pobreza global - para reflexão           

13/04/2008

Vê-se muito!            

04/04/2008

Diabetes: gestão de recursos, prioridades…             

09/03/2008

 

 

 

 

O nascimento

 

 

 

Publicidade

 

 

 

O livro que mais me tocou

Armando Brito de Sá, médico de família, professor da Faculdade de Medicina de Lisboa

Leitura Médica

 

Aequanimitas. With other Addresses to Medical Students, Nurses and Practitioners of Medicine de Sir William Osler. New York: The Blakinston Division, McGraw-Hill, Inc. 1937

 

Sir William Osler (1849-1919) é uma das figuras marcantes da prática e do ensino da medicina do Século XX. Um conjunto de comunicações e conferências por si produzidas foi editado pela primeira vez em 1904...  (cont.)

 

Outras leituras

 

Cidadela de Antoine de Saint-Exupéry. Prefácio e tradução de Ruy Belo. Lisboa: Editorial Presença. 1996 (1ª Edição)

 

Os livros do final da adolescência são, por norma, os mais marcantes nas nossas vidas. Não foi excepção comigo – algumas das obras que mais prezo li-as nesse tempo. (cont.)

 

Google

Rastreio Pré-Natal de Síndrome de Down e Defeitos Abertos  do Tubo Neural

 

Versão pdf

 

O que é?

É um conjunto de análises e/ou dados ecográficos feitos durante a gravidez que permite calcular o risco de ter um bebé afectado com uma determinada anomalia, nomeadamente:

- Síndrome de Down (Trissomia 21/mongolismo/mongoloidismo)

- Defeitos Abertos do Tubo Neural

- Síndrome de Edwards (Trissomia 18)

As mulheres que forem identificadas como tendo um risco elevado (designado “rastreio positivo”) podem optar por fazer um teste diagnóstico para confirmar ou não a presença da anomalia. Perante o diagnóstico de uma anomalia, a mulher poderá optar pela interrupção da gravidez.

 

Métodos de rastreio disponíveis

Rastreio do 1º Trimestre: faz-se entre as 10 e as 13 semanas (preferencialmente às 11 semanas).  Existem 3 métodos disponíveis:

      - ecografia (com medição da translucência da nuca)

      - análises de sangue

      - ecografia + análises de sangue.

O rastreio do 1º trimestre não se aplica aos Defeitos do Tubo Neural.

Rastreio do 2º Trimestre: faz-se entre as 14 e as 22 semanas (preferencialmente às 15 semanas)

Rastreio Integrado: faz-se em 2 fases, no 1º e 2º trimestre. Os resultados não são revelados até à conclusão dos testes do 2º trimestre, altura em que os dados são integrados num resultado único. No 1º trimestre é feita uma análise de sangue e realizada a ecografia (rastreio integrado completo). Quando não há acesso à ecografia, faz-se apenas a análise de sangue (rastreio integrado simples). No 2ºT é feita outra colheita de sangue.

NOTA: Para todos os rastreios é necessária a existência de uma ecografia prévia para saber exactamente o tempo de gravidez.

 

O que significam os resultados?

O risco para cada um dos síndromes é calculado com base na idade da grávida (quanto maior a idade, maior o risco), nos valores das análises ao sangue efectuadas e nos dados avaliados por ecografia, nomeadamente a translucência da nuca (espessura de um espaço com líquido na parte posterior do pescoço do bebé – normalmente aumentada no Síndrome de Down e outras anomalias).

RASTREIO POSITIVO  significa que a grávida tem um risco mais elevado de ter um bebé afectado por algum(s) destes síndromes:

Para  Síndrome de Down: neste caso é proposta a realização de uma AMNIOCENTESE que permitirá saber com segurança se o feto é afectado ou não (algumas grávidas com rastreios positivos  não têm bebés com esta doença). 

Para  Defeitos Abertos do Tubo Neural é sugerida a realização de uma ECOGRAFIA DETALHADA para observação da cabeça e da coluna vertebral do bebé, em pormenor.  

Para  Síndrome de Edwards: é proposta uma ECOGRAFIA DETALHADA e, eventualmente, uma AMNIOCENTESE. 

RASTREIO NEGATIVO significa que a grávida tem um risco baixo para uma destas anomalias. Não está indicado nestes casos qualquer teste adicional. No entanto, embora um rastreio negativo signifique que o seu risco de ter um bebé afectado não é elevado, não exclui totalmente essa possibilidade, já que só a amniocentese o poderá fazer.

Não se esqueça: tem sempre o direito de recusar fazer os exames em qualquer fase do processo.

 

Dra. Sílvia Henriques

USF Porta do Sol, Matosinhos

 

 

 

 

 

 

Tópicos:

Alergias: asma, rinite e conjuntivite

Rastreios de cancros

Toxoplasmose e gravidez

Constipações, resfriados e gripes…

Índice de Massa Corporal

 

Caspa

Herpes

Haxixe e Marijuana  

Ulceras Varicosas

Boa noite de sono

 

Publicidade

 

 

 

 

 

 

MGFamiliar.net© 2007-2009 E-mail:carlosmartins20@gmail.com