Mama
 
A mama é formada por tecido glandular, por tecido fibroso de conexão dos lobos e por tecido gorduroso no intervalo entre os lobos.

Densidade:A quantidade de tecido glandular existente na mulher varia.As mulheres mais jovens apresentam mamas com maior quantidade de tecido glandular, o que torna esses órgãos mais densos e firmes. Quando se aproxima da menopausa, o tecido mamário vai se detereorizando e é substituído progressivamente por tecido gorduroso, até se constituir, quase que só, de gordura e vestígios de tecido glandular na fase pós-menopausa.

  Cancro da Mama
 
 

O cancro da mama é a forma de cancro mais comum na mulher.

Felizmente, nas últimas décadas, verificou-se uma evolução significativa na terapêutica do cancro da mama. Hoje em dia, consegue-se curar uma parte significativa dos casos de cancro da mama.

Sinais e Sintomas:

O cancro da mama pode causar alterações físicas detetáveis, que devem ser observadas com atenção:

Aparecimento de nódulo ou endurecimento da mama ou debaixo do braço;

Mudança no tamanho ou no formato da mama;

Alteração na coloração ou na sensibilidade da pele da mama ou da auréola;

Secreção contínua por um dos ductos;

Retração da pele da mama ou do mamilo;

Inchaço significativo ou retração da pele;

 

Factores de risco

Idade:A possibilidade de ter cancro da mama aumenta com o aumento da idade; uma mulher com mais de 60 anos apresenta maior risco.

História pessoal do Cancro da Mama: Uma mulher que já tenha tido cancro da mama (numa mama), tem maior risco de ter a doença na outra mama.

História familiar:O risco de uma mulher ter cancro da mama aumenta se houver história familiar de cancro da mama, especialmente em idades mais jovens (antes dos 40 anos).Além disso ter outros familiares com cancro da mama, do lado materno ou paterno da família pode, também, aumentar o risco.

Alterações genéticas: Alterações em certos genes (BRCA1, BRCA2, entre outros) aumentam o risco de cancro da mama.No caso de famílias onde muitas mulheres tiveram a doença, os testes genéticos podem, demonstrar a presença de alterações genéticas específicas. Desta forma, em mulheres que apresentem estas alterações genéticas, podem ser sugeridas medidas para tentar reduzir o risco de cancro da mama e melhorar a detecção precoce da doença.

Obesidade depois da menopausa:Apés a menopausa, as mulheres obesas, apresentam um risco aumentado de desenvolver cancro da mama. A obesidade esté relacionada com uma proporção anormalmente elevada de gordura corporal. Sendo que o corpo produz alguns estrogénios (hormona feminina) no tecido gordo, aumenta assim a probabilidade das mulheres obesas apresentarem níveis elevados de estrogénios e, consequentemente, risco aumentado para o cancro da mama.

Inactividade física:Mulheres que são fisicamente inactivas, durante a sua vida, parecem apresentar um risco aumentado para o cancro da mama.Assim adoptar um estilo de vida fisicamente ativo pode ajudar a diminuir este risco, atrav´s da prevenç˜o do aumento de peso e da obesidade.

Bebidas alcoólicas:Alguns estudos demonstram haver uma relação direta entre o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e consequentemente o elevado risco de ter cancro da mama.

Menu