
Prescrição: “O Clube do Crime das Quintas-Feiras” de Richard Osman
Composição do fármaco: Quatro septuagenários, a residir numa comunidade de reformados, formam um grupo improvável, que se dedica a nada mais nada menos que a resolver crimes. Joyce, uma ex-enfermeira com um bom olho clínico mas um ainda melhor coração; Ron, um revolucionário nos seus tempos áureos, e quem queremos enganar, um revolucionário nos dias de hoje; Ibrahim, um ex-psiquiatra que não deixa passar despercebido qualquer comportamento suspeito; e por fim, Elizabeth, que lidera o grupo com os conhecimentos e curiosidade inatos a uma ex-detetive. Juntos redescobrem que as suas capacidades são tão úteis como há 50 anos, apoiando-se sempre uns nos outros e na sua amizade.
Indicações terapêuticas: auxiliar em quadros de envelhecimento e solidão; reforço à vontade de não desistir dos sonhos, principalmente se tem mais de 70 anos; combater a sensação de inutilidade.
Efeitos secundários: tendência à leitura compulsiva; palpitações; vontade de criar um clube que se reúne exclusivamente às quintas-feiras.
Não tomar se: este livro não deve ser lido se não quiser passar um bom momento, num enredo de mistério, amizade e humor.
Como tomar: Este fármaco é utilizado nos adolescentes e adultos (incluindo idosos). A dose mínima recomendada é um capítulo por dia. Reforços de dose ao lanche e pós jantar são recomendados. Não existe dose máxima diária.
Biografia do autor: Richard Osman, natural de Essex, Inglaterra, é um comediante, produtor e apresentador de vários programas de televisão britânicos. Iniciou-se no mundo literário, escrevendo uma coluna na RadioTimes. O Clube do Crime das Quintas-Feiras é o primeiro livro e best-seller do autor, sendo o primeiro volume de uma tetralogia.
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Por Helena Nogueira Martins, USF Pulsar
